Livros infantojuvenis

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18 de out de 2017

Demonstrações no Parque da Água Branca

Brincando com a luz: sombras coloridas, arco-íris e laser

Dia 28 de outubro, sábado, 10h30
Local – Parque da Água Branca
Av. Francisco Matarazzo 455, São Paulo
Auditório Paulinho Nogueira – em frente à arena

Atividade gratuita, aberta a todas as pessoas de todas as idades


2 de set de 2017

Algum dia será preciso ranquear os rankings?

Publicado originalmente no Jornal da USP em 1/9/2017

Ranqueameneto de universidades, amplamente divulgados pela mídia, viraram quase uma epidemia. Muitas pessoas, impossibilitadas de terem acesso a informações mais adequadas, acabam por tirar conclusões muito mais gerais, e erradas, do que os rankings permitem.

21 de ago de 2017

Sobre o financiamento eleitoral por empresas

Publicado originalemnmte em Caros Amigos, em 16/8/2017, https://www.carosamigos.com.br/index.php/artigos-e-debates/10564-sobre-o-financiamento-eleitoral-por-empresas

A legislação que regulamentava o financiamento eleitoral, em especial a lei 9504 de 1997, previa a possibilidade de empresas financiarem campanhas eleitorais com recursos que podiam chegar até a 2% do faturamento bruto anual. O absurdo dessa legislação, que transformava mandatos eletivos em mercadorias compráveis, foi apontado em alguns artigos, inclusive em Caros Amigos  [i].

16 de ago de 2017

A Universidade pública, de qualidade e gratuita é viável?

Publicado no Correio da Cidadania, em 31/maio/2017

O ataque sistemático à universidade pública no Brasil, a fim de abrir espaço ao setor privado, fez com que nosso país se tornasse um daqueles com as maiores proporções de matrículas no setor privado em todo o mundo. Apesar da (falsa) justificativa para a privatização ser a necessidade de apelar para que o setor privado colabore com a inclusão no ensino superior, o fato é que isso não ocorre.

13 de jun de 2017

Seminário de apresentação do livro Análise Comparativa da Educação Brasileira

Clique no "continue lendo" para ver os slides do seminário de apresentação do livro "Análise Comparativa da Educação Brasileira - do final do século XX ao início do século XXI"


23 de mai de 2017

Ainda a desidratação da USP


Publicado na versão eletrônica de Caros Amigos, 14/março/2017

As últimas três administrações da Universidade de São Paulo (USP), o que corresponde a um período pouco superior a dez anos, têm implementado planos e ações extremamente dispendiosos, aparentemente, desconectados uns dos outros e sem justificativa acadêmica, educacional ou científica. Se analisadas individualmente, aqueles planos e ações ou parecem insensatos, refletindo peculiaridades da personalidade do ou da ocasional ocupante da reitoria, ou cada um deles exige uma justificativa diferente, válida apenas para aquele ato ou determinação.

7 de fev de 2017

Deformando a previdência

Correio da Cidadania, 23/dez/2016

A atual proposta de Reforma da Previdência, que parte da sucessão de golpes que têm sido dados no Brasil contra a população, é fundamentada em uma coleção de desinformações. Uma delas, bastante repetida, é o suposto déficit previdenciário, calculado a partir da diferença entre a contribuição dos trabalhadores e empregadores e as despesas do sistema. 

19 de dez de 2016

Nocauteando a educação

Nocauteando a educação
Correio da Cidadania, 14/dezembro/2016

A Medida provisória 746 faz mudanças profundas na LDB (Lei de Diretrizes e Bases), a lei básica da educação nacional. Quer por seu conteúdo, quer pela forma que o processo ocorre, mudando em poucas semanas uma lei que demorou oito anos para ser completada (1) aquela MP causou descontentamento e revolta entre estudantes, pesquisadores e trabalhadores da educação, com várias críticas, denúncias e manifestações de descontentamento por parte de associações científicas, sindicatos, entidades estudantis e profissionais.

22 de nov de 2016

Brasil: uma política educacional fundamentada em mitos?

Brasil: uma política educacional fundamentada em mitos?
Le Monde Diplomatique, noembro/2016, coautoria com Lighia B. Horodynski-Matsushigue e Marcelo T. Yamashita

Há vários mitos sobre a educação cuja aceitação é bastante ampla. Como consequência, tem-se um entendimento equivocado da realidade, que leva grande parte da população a julgar positivas propostas totalmente inadequadas. Desconstruir esses mitos é fundamental

16 de nov de 2016

Uma proposta alternativa à PEC 55 (ex-PEC 241)


Publicado originalmente no Correio da Cidadania em 16/nov/2016

A Proposta de Emenda Constitucional 55, ora em tramitação no Senado, tem como objetivo, segundo seus defensores, “reestabelecer a confiança na sustentabilidade dos gastos e da dívida pública”.

19 de set de 2016

PEC 241 torna inconstitucional o desenvolvimento social e cultural


Publicado originalmente no Correio da Cidadania, 26/9/2016

Em junho passado, o governo Temer encaminhou a Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241), que limita o crescimento dos gastos públicos, durante 20 anos, à inflação. As consequências dessa PEC, caso aprovada, serão enormes, pois anula, na prática, todos os efeitos positivos das vinculações de recursos constitucionais com saúde, educação, ciência e tecnologia, duramente conquistados.

6 de set de 2016

A desigualdade e a educação depois do golpe

Publicado originalmente no Correio da Cidadania, 6/setembro/2016


Durante duas décadas, entre 1980 e 2000, o Brasil disputou as piores posições no quesito concentração de renda. Os demais países nessa macabra disputa eram Honduras, África do Sul, Chile e Paraguai, entre alguns outros poucos, todos conhecidos por suas histórias não democráticas e de grande violência institucional. Por volta de 1990, o Brasil chegou a ser o país com a pior distribuição de renda entre todos aqueles para os quais havia informações disponíveis. Essa lamentável situação foi resultado da combinação da longa história brasileira de exclusão e segregação, do projeto imposto pela ditadura militar e da consequente crise econômica que se seguiu após seu fim.

9 de ago de 2016

Como “desidratar” uma universidade

Publicado originalmente no sítio de Caros Amigos em 4/agosto/2016

A longa crise paulista
A crise econômica que se abateu sobre o país nos anos finais da ditadura militar, iniciando-se por volta de 1979 ou 1980, e que deu origem à expressão “a década perdida”, durou, de fato, muito mais do que uma década. No caso específico do Estado de São Paulo, a “década perdida” durou cerca de 25 anos, indo até 2004 ou 2005, período marcado por uma longa estagnação do PIB per capita (veja Figura 1). Esse período de estagnação econômica do estado de São Paulo afetou a arrecadação pública e se refletiu em diversos setores, entre eles, a educação pública em todos os níveis.